Futebol

Anselmi não concorda que centrais tenham dificuldade em sair e “atira-se” a jornalista

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Uma das lacunas que se tem notado na equipa do FC Porto desde que Martín Anselmi assumiu o comando técnico prende-se com dificuldade que os centrais apresentam na saída de bola e quando são pressionados no novo modelo de jogo. O treinador não concorda com esta visão e dá o seu ponto de vista sobre o assunto.

«Não concordo. O trabalho é mais profundo do que isso. A Roma a pressionar homem a homem, onde tens de sair dessa pressão de uma forma, não é o mesmo da pressão do Sporting. Já jogámos com bolas longas que não resultaram em nada e com bolas longas que terminaram com o Rodrigo Mora na cara do golo. E é isto, é preciso analisar o jogo. Perceber onde está a vantagem tendo em conta o rival. Umas vezes há que atrair o rival e jogar longo, e noutras é preciso o jogo fluir mais e arranjar superioridade numérica. É preciso encontrar qual a vantagem para cada situação. Sair a jogar, passar a bola, ser pragmático é etiqueta. Eu quero é fazer golos. Nós tentamos fazer isso ao encontrar vantagens. E nem todos os jogos são iguais. Há jogos onde é preciso jogar largo, outros em que não. Se o adversário tem muita gente no meio-campo defensivo, vamos jogar largo? Mas se o rival vem pressionar alto, onde jogo? Jogo longo. Há maiores probabilidades [de sucesso]. É preciso entender os momentos do jogo. E depois há o desgaste, as mudanças do treinador… Tem a ver com construir uma equipa inteligente. Essa é a palavra. Uma equipa inteligente e que entenda os momentos do jogo. E é para isso que trabalhamos, dar ferramentas para os jogadores conseguirem definir de forma inteligente».

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